segunda-feira, 7 de março de 2011

Perdi as esperanças
Agora me contento com algumas gotas

Me sinto presa
O limite é a estrada que não sei pra onde leva.

Ligo a luz
Mas ela não ilumina a verdade.

Perco o sono
Mas ele aparece oito horas depois.

Sinto saudade
E ela poderia estar perto.

Sinto fome
Do doce, do caldo, do alento, do desespero.

São oito cômodos
E não consigo ficar em nenhum.

Pior é lá fora onde sol não me esconde.

10 comentários:

Abner, disse...

olá, tenho algumas postagens novas lá no meu blog. Vê se aparece, né? beijos!!

Um brasileiro disse...

oi moça. estive por aqui. e você? por onde anda? muit legal aqui. gostei. apareça aqui e depois la no meu blog. abraços.

Sabor y Cultura de Brasil por Andrea Gabriel disse...

Excelente blog!
Viva a poesia dos poetas sonhadores!
Parabéns!

Sandrio cândido. disse...

Triste, porém belo.
beijos

Dara Reis disse...

Adorei, compreendo cada palavra de seu poema...

Layz Costa disse...

amei teu espaço... Já te sigo!!... se puder, visita minha página, seria uma honra tê-la como seguidora.

CLÁUDIO ALEXANDRE PEREIRA DE SOUSA disse...

Gostei! Inusitado e belo.
Parabéns!
Posso seguir-te?

elis disse...

Olá!
Encontrei seu blog por acaso, mas confesso que adorei. Muitas verdades escritas de forma clara e muitos sonhos contidos entre cada palavra... Abraços.

Jardson Pires disse...

definitivamente sem rumo a tomar, com medo, com trauma ou algo do tipo.. (oq entendii tah,rsrs)
parabens, gostei do seu blog!!

qndo tiver um tempinhoo visita o meu: jardsonpiresfjpn.blogspot.com

Sam Arruda disse...

Todos nos sentimos saudades... rs