terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sapatos - 19/12/09

Não tenho sapatos
Todos fugiram para longe
Onde os sonhos se concretizam
E a realidade não existe.

Os sapatos queriam me levar
Mas as contas não deixaram.
E a moral me acabou
E a reflexão me surpreendeu
Meus sapatos foram então embora.

Não tenho mais sapatos
Só pés calejados esperando por misericórdia
Que o dia acorde em paz
E eu siga um caminho de poucas mágoas e apenas um sapato.

5 comentários:

Pedro Matias disse...

Gostei do teu poema, os relacionamentos são complexos, nem sempre podemos colocar nossos pés nas mesmas direções que os sapatos. Às vezes os sapatos já estão prontos para aquilo, afinal suas solas de borrachas já vão por aquele caminho sem dificuldade, enquanto nossos pés lutam, em vão, para algo que não foi feito para eles.
Um abraço

SamylaPereira. disse...

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Tiago disse...

Singular

ana* disse...

Gostei muito do teu blog!
Sigo, beijinhos de Portugal (: