Não tenho sapatos
Todos fugiram para longe
Onde os sonhos se concretizam
E a realidade não existe.
Os sapatos queriam me levar
Mas as contas não deixaram.
E a moral me acabou
E a reflexão me surpreendeu
Meus sapatos foram então embora.
Não tenho mais sapatos
Só pés calejados esperando por misericórdia
Que o dia acorde em paz
E eu siga um caminho de poucas mágoas e apenas um sapato.
Mostrando postagens com marcador Arquivo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arquivo. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 20 de setembro de 2011
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Um abrigo profundo
Um corpo no submundo
Um ordinário vagabundo
Nesta terra de consumo.
Trata asas como voa
Nessa "ora" que vida boa.
Esquece a hora da visita
Perde o rumo na vida.
Vasta área de lazer
"Ora" meus parabéns
Uma hora atrasada
O vagabundo não tem vez.
Resta só ficar rezando
Para que este abrigo profano
Ordinariamente "que engano"!
Não caia na timidez.
Me inspirei em colocar este, olhando o Primo Basilio.
Um corpo no submundo
Um ordinário vagabundo
Nesta terra de consumo.
Trata asas como voa
Nessa "ora" que vida boa.
Esquece a hora da visita
Perde o rumo na vida.
Vasta área de lazer
"Ora" meus parabéns
Uma hora atrasada
O vagabundo não tem vez.
Resta só ficar rezando
Para que este abrigo profano
Ordinariamente "que engano"!
Não caia na timidez.
Me inspirei em colocar este, olhando o Primo Basilio.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ainda há tempo
De salvar nossos dias
De preservar nossas vidas
De esquecer nossas brigas.
Queria poder dizer
Que minha consciência sofre
Que minha boca morde
O gosto amargo de sofrer.
Que há algo escondido
Perdido entre a realidade
No claustro da esccuridão
Querendo esperança para nos salvar.
Levar ao longe a falta de crença
A mentira do amor
A realidade da paixão
A loucura dessa relação.
Esse talvez, seja o último lirismo que te dedico.
Lirismo inspirado, reclamado, espantado.
O último lirismo sofrido.
28/06/94
De salvar nossos dias
De preservar nossas vidas
De esquecer nossas brigas.
Queria poder dizer
Que minha consciência sofre
Que minha boca morde
O gosto amargo de sofrer.
Que há algo escondido
Perdido entre a realidade
No claustro da esccuridão
Querendo esperança para nos salvar.
Levar ao longe a falta de crença
A mentira do amor
A realidade da paixão
A loucura dessa relação.
Esse talvez, seja o último lirismo que te dedico.
Lirismo inspirado, reclamado, espantado.
O último lirismo sofrido.
28/06/94
quarta-feira, 15 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Como saber o que tem dentro de um coração?
Isso sim virou uma música.
Vai saber
Vem ser
Vem ficar
Eu quero ir com você.
Não sei fazer
Tem que me ensinar
Quero te conhecer
Quero ser teu par.
Na hora que me pega
Faz uma cócega que me cega
Não dá pra segurar
Eu quero te encontrar.
Vem ficar
Não quero esperar
Vem fazer
Eu quero ir com você.
Letra: Lita Fire
Música: Marck Fire
Vai saber
Vem ser
Vem ficar
Eu quero ir com você.
Não sei fazer
Tem que me ensinar
Quero te conhecer
Quero ser teu par.
Na hora que me pega
Faz uma cócega que me cega
Não dá pra segurar
Eu quero te encontrar.
Vem ficar
Não quero esperar
Vem fazer
Eu quero ir com você.
Letra: Lita Fire
Música: Marck Fire
Te espero
Te espero.
Como os dias que passam
Como a ânsia que me consome
Na vida que sonhava ter.
Nada parece como previsto
Nada além do estranho modo de te encarar
Penso no dia em que vais chegar
Me olhando nos olhos e me amando.
Não te conheço
Não te ignoro
Não te sinto
Sei que existe
E que está ao meu lado agora.
Sei que virá
Sei que me quer
E sei que ficaremos juntos.
Há algo bem maior entre nós
Um sentimento que desconhecemos
E que estamos loucos para sentir.
Eu sei, tu sabe.
Que este sentimento nos mudará para sempre
E que estaremos juntos.
Não temos nada a temer.
Quero abrir meus olhos e te ver
Quero te encontrar em qualquer lugar.
PS: Isso era pra ser uma música...acho que de 2005.
Como os dias que passam
Como a ânsia que me consome
Na vida que sonhava ter.
Nada parece como previsto
Nada além do estranho modo de te encarar
Penso no dia em que vais chegar
Me olhando nos olhos e me amando.
Não te conheço
Não te ignoro
Não te sinto
Sei que existe
E que está ao meu lado agora.
Sei que virá
Sei que me quer
E sei que ficaremos juntos.
Há algo bem maior entre nós
Um sentimento que desconhecemos
E que estamos loucos para sentir.
Eu sei, tu sabe.
Que este sentimento nos mudará para sempre
E que estaremos juntos.
Não temos nada a temer.
Quero abrir meus olhos e te ver
Quero te encontrar em qualquer lugar.
PS: Isso era pra ser uma música...acho que de 2005.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A 1º vez.
Na hora da dor
Já sem pudor
Me dispo de calor
Só pra te ter.
Minha alma se entrega
Sem culpa, sem angústia
Só ânsia de te tocar
E a vontade de cantar.
Se teus olhos vem a mim
Penso no que sente
E dentro da minha mente
A vergonha vem.
Quero apenas ser mais uma
Que não sente culpa
Que vibra com a dor do prazer
De se doar, sem te conhecer.
E no teu corpo poder tocar
Na tua pele poder gozar
No teu cheiro que conheço
A vontade de me enxergar.
E nas diferenças de cabeça
Só fica o medo
De me apaixonar
E tu te assustar.
26/06/03
Já sem pudor
Me dispo de calor
Só pra te ter.
Minha alma se entrega
Sem culpa, sem angústia
Só ânsia de te tocar
E a vontade de cantar.
Se teus olhos vem a mim
Penso no que sente
E dentro da minha mente
A vergonha vem.
Quero apenas ser mais uma
Que não sente culpa
Que vibra com a dor do prazer
De se doar, sem te conhecer.
E no teu corpo poder tocar
Na tua pele poder gozar
No teu cheiro que conheço
A vontade de me enxergar.
E nas diferenças de cabeça
Só fica o medo
De me apaixonar
E tu te assustar.
26/06/03
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Não quero...mais saber de nada
E o nada...pra mim é tudo.
Isso tudo pra mim é agonia
De viver sem ter nada e não poder ter tudo.
Se eu pudesse te ver
Te diria em poucas palavras
Que a tristeza que toma conta de mim, é a doença da minha alma.
Mas o nada é tão dificil conseguir
Porque não se pode ter tudo
Nem tê-lo também.
Mas essa tristeza que em mim se abafa.
Conta com a doença que em mim se instala.
(10/02/95)
E o nada...pra mim é tudo.
Isso tudo pra mim é agonia
De viver sem ter nada e não poder ter tudo.
Se eu pudesse te ver
Te diria em poucas palavras
Que a tristeza que toma conta de mim, é a doença da minha alma.
Mas o nada é tão dificil conseguir
Porque não se pode ter tudo
Nem tê-lo também.
Mas essa tristeza que em mim se abafa.
Conta com a doença que em mim se instala.
(10/02/95)
Talvez, é possível...uma possibilidade.
Quanto teu sorisso me olhou
Meu coração gelou de um frio gostoso como nevascas dos filmes de natal.
Me senti pura de sentimento e inocente das condições de vida.
Te amo a todo instante.
Eu preciso te contar um segredo
Eu sugo teu calor para acalentar o meu pudor.
E me lembrar de você
Me faz pensar em talvez...quem sabe.
Uma noite de amor
Trazem muitas lembranças
Mas quando a saudade bate
Sabe-se que é especial.
E ai o perigo vem
A lembrança surge...nostalgica.
Querendo mais
Sonhando com um novo encontro.
E ai parei com tudo
Para que percebas o que está acontecendo
Acredite em sonhos
Porque eu acredito em mim.
A paixão é meu ser
E você me sente dentro, intensa...
Ah! Não pare! Eu te espero....porque...
Te amo a todo instante.
(20/07/97)
Algo tão bonito acaba...ou como no caso, se transforma.
Meu coração gelou de um frio gostoso como nevascas dos filmes de natal.
Me senti pura de sentimento e inocente das condições de vida.
Te amo a todo instante.
Eu preciso te contar um segredo
Eu sugo teu calor para acalentar o meu pudor.
E me lembrar de você
Me faz pensar em talvez...quem sabe.
Uma noite de amor
Trazem muitas lembranças
Mas quando a saudade bate
Sabe-se que é especial.
E ai o perigo vem
A lembrança surge...nostalgica.
Querendo mais
Sonhando com um novo encontro.
E ai parei com tudo
Para que percebas o que está acontecendo
Acredite em sonhos
Porque eu acredito em mim.
A paixão é meu ser
E você me sente dentro, intensa...
Ah! Não pare! Eu te espero....porque...
Te amo a todo instante.
(20/07/97)
Algo tão bonito acaba...ou como no caso, se transforma.
Marcadores:
Arquivo,
Dedicado,
diria até que extremamente dedicado.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
As horas
As contamos?
Ou contamos com elas?
E se perco as horas?
Também me perco?
Espero por horas que nem lembro mais
Só dos acontecimentos.
Se decido conta-las
Me desespero
Parece que não passa
E então eu apelo.
Fecho os olhos
Rezo
Torço
Me quebro.
Mas elas continuam a passar
Sem meu acelerador imaginário
E eu me conformo
Não tem outro jeito.
(13/11/07)
Ou contamos com elas?
E se perco as horas?
Também me perco?
Espero por horas que nem lembro mais
Só dos acontecimentos.
Se decido conta-las
Me desespero
Parece que não passa
E então eu apelo.
Fecho os olhos
Rezo
Torço
Me quebro.
Mas elas continuam a passar
Sem meu acelerador imaginário
E eu me conformo
Não tem outro jeito.
(13/11/07)
Produção vaidosa
É aquela que me assola
Neste começo de janeiro
Onde tudo tem defeito
Neste calor em peso.
Na produção diária
No caminho de casa
Na hora mal passada...
Pessoas distantes
Olhares falsos
Recíproca verdadeira
É o preenchimento da manhã.
Preguiça maldita
Sonho de uma piscina
Porta aberta
Camiseta branca
Mancha de uma terça-feira vadia.
(02/01/07)
É aquela que me assola
Neste começo de janeiro
Onde tudo tem defeito
Neste calor em peso.
Na produção diária
No caminho de casa
Na hora mal passada...
Pessoas distantes
Olhares falsos
Recíproca verdadeira
É o preenchimento da manhã.
Preguiça maldita
Sonho de uma piscina
Porta aberta
Camiseta branca
Mancha de uma terça-feira vadia.
(02/01/07)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Quem eu sou
Eu sou a criança escondida
Perdida na calmaria
Desencantada da vida
Sempre esquecida.
Eu sou a mulher que ama
Engana, se engana, se tranca.
A fada madrinha da ilusão
Do perdão, do coração.
Eu sou a minha alma
Centrada em meus desejos
Querendo os teus beijos.
Eu sou a estudante esbaforida
Querendo aprender da vida
a encontrar a minha criança escondida.
E a cada passo desta história
Encontro em cada esquina
Um pouquinho da minha sina
Perdida em tantos rostos de menina.
E assim eu percebo
Enquanto eu sou por inteiro
Uma mulher apaixonada pela vida.
(30/11/00)
Perdida na calmaria
Desencantada da vida
Sempre esquecida.
Eu sou a mulher que ama
Engana, se engana, se tranca.
A fada madrinha da ilusão
Do perdão, do coração.
Eu sou a minha alma
Centrada em meus desejos
Querendo os teus beijos.
Eu sou a estudante esbaforida
Querendo aprender da vida
a encontrar a minha criança escondida.
E a cada passo desta história
Encontro em cada esquina
Um pouquinho da minha sina
Perdida em tantos rostos de menina.
E assim eu percebo
Enquanto eu sou por inteiro
Uma mulher apaixonada pela vida.
(30/11/00)
domingo, 25 de janeiro de 2009
Estou aqui
Sem dormir
Sem pensar
Sem dançar.
Pensando em como encher o dia
Num mundo de fantasias
Onde sou minha barriga
Me encho de nostalgia.
Estou aqui sem muita prosa
Só ando, sem muita pretensão
com esperança de que meu coração
se recuparará de tanta tensão.
Queria achar esse poder
que falam que todos tem
de achar dentro de si
a força que a mim convém.
E dormir quando tiver sem insônias e ansiedades.
Desse dia cheio, com naturalidade
Onde a fome finda com nostalgia.
"Anseio" (16/04/05)
Sem dormir
Sem pensar
Sem dançar.
Pensando em como encher o dia
Num mundo de fantasias
Onde sou minha barriga
Me encho de nostalgia.
Estou aqui sem muita prosa
Só ando, sem muita pretensão
com esperança de que meu coração
se recuparará de tanta tensão.
Queria achar esse poder
que falam que todos tem
de achar dentro de si
a força que a mim convém.
E dormir quando tiver sem insônias e ansiedades.
Desse dia cheio, com naturalidade
Onde a fome finda com nostalgia.
"Anseio" (16/04/05)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Nas horas que recordo
De um tempo sem perdão
Só a perda me dá medo
E o ano...um tufão.
Só a calma me norteia
Pelas sementes que só vejo
Andando pela casa em um só tempo.
E eu...um pensamento.
O mundo gira lá fora
E eu aqui...sem multidão.
Eu e o violão
Sem conversa, sem perdão.
E a dor do gostar
Não é maior que o prazer de dizer com tanto querer
Que me faz bem esse anoitecer.
E fora das horas do ponteiro
Só um feijão inteiro
É a refeição de um tropeiro nas horas de um feriadão.
Eu de novo no meu mundo
Esqueço daqueles minutos
Em que tu pedias meu perdão.
(01/09/05)
De um tempo sem perdão
Só a perda me dá medo
E o ano...um tufão.
Só a calma me norteia
Pelas sementes que só vejo
Andando pela casa em um só tempo.
E eu...um pensamento.
O mundo gira lá fora
E eu aqui...sem multidão.
Eu e o violão
Sem conversa, sem perdão.
E a dor do gostar
Não é maior que o prazer de dizer com tanto querer
Que me faz bem esse anoitecer.
E fora das horas do ponteiro
Só um feijão inteiro
É a refeição de um tropeiro nas horas de um feriadão.
Eu de novo no meu mundo
Esqueço daqueles minutos
Em que tu pedias meu perdão.
(01/09/05)
Assinar:
Postagens (Atom)